Vice-presidente do PL declara ‘apoio incondicional’ a Costa Neto

Capitão Augusto afirmou ainda que é fundamental, em meio a um cenário desafiador, reconhecer o “papel significativo e a liderança excepcional” de Valdemar na presidência do PL

Vice-presidente do PL declara ‘apoio incondicional’ a Costa Neto

Foto: Agência Câmara

Após prisão em flagrante do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, nesta quinta-feira (8), o vice-presidente da legenda, deputado Capitão Augusto (SP), emitiu uma nota à imprensa dizendo que o dirigente da sigla conta com “apoio incondicional e confiança irrestrita” de todos os filiados.

“Sob sua orientação, o partido não apenas se consolidou como o maior partido do Brasil, mas também se consolidou como um bastião de valores conservadores, representando uma voz poderosa para muitos brasileiros. Sua habilidade em navegar pelos desafios políticos com sabedoria e integridade reafirma sua posição como um líder excepcional em nosso país”, disse em nota.

Capitão Augusto afirmou ainda que é fundamental, em meio a um cenário desafiador, reconhecer o “papel significativo e a liderança excepcional” de Valdemar na presidência do PL. “Sua habilidade para guiar o partido através de tempos complexos demonstra não apenas sua visão estratégica, mas também sua dedicação incansável à causa conservadora”, enfatizou.

O parlamentar destacou ainda a importância de preservar “os princípios de ampla defesa e do contraditório, pilares essenciais de nosso Estado Democrático de Direito”. Ele disse estar confiante de que, em tempo hábil, “todas as questões serão devidamente esclarecidas”.

Valdemar foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. Ele é um dos investigados na Operação Tempus Veritatis. Costa foi flagrado pela Polícia Federal (PF) com uma arma em situação irregular durante buscas nesta manhã.

Valdemar entrou na mira da PF porque, segundo os investigadores, usou dinheiro do Partido Liberal para reforçar a falsa narrativa de fraude nas urnas. O político tentar legitimar as manifestações de bolsonaristas que começavam a se espalhar próximo a instalações das Forças Armadas. Segundo a Polícia Federal, o partido foi “instrumentalizado”.