Noronha exige 3ª dose para turistas a partir de 55 anos

Nos últimos 10 dias, administração da ilha tornou regras de convivência com a Covid-19 mais rígidas. Confira mudanças

por Vitória Silva ter, 18/01/2022 - 09:55
Georgia Kyrillos/Ascom Checagem de temperatura é parte do protocolo de acolhida na ilha Georgia Kyrillos/Ascom

Para entrar em Fernando de Noronha, pessoas com 55 anos ou mais deverão apresentar comprovante da dose de reforço contra a Covid-19, a partir desta terça-feira (18). A nova regra acompanha o novo período de restrições mais severas no arquipélago, diante da alta nos casos de covid e influenza em Pernambuco e no país.

Além disso, a Administração, que já havia determinado o retorno do uso obrigatório de máscaras e do exame RT-PCR, passará a aceitar também o exame de busca de antígeno, para ser apresentado junto com a carteira digital de vacinação.

“Nós entramos em consonância com o protocolo que foi publicado pelo Estado de Pernambuco. E, pelo acompanhamento dos casos que tivemos aqui em Noronha, nós temos segurança para fazer essa alteração no protocolo, sem trazer maior risco para nossa população”, explicou o Superintendente de Saúde da ilha, Fernando Magalhães. 

Com as novas regras, para entrar em Fernando de Noronha, pessoas de até 54 anos precisam apresentar, no embarque, a carteira digital de vacinação com duas doses da vacina, inclusive da Janssen, sendo que a segunda dose precisa ter, no mínimo, 14 dias da aplicação.

Pessoas de 55 anos ou mais devem comprovar também a dose de reforço, sem prazo mínimo. Além disso, todos precisam apresentar um exame negativo RT-PCR, realizado no máximo 48h (dois dias) antes da viagem, ou um exame de busca de antígeno, feito 24h (um dia) antes do embarque. Para crianças de sete a 11 anos, basta apresentar um dos exames exigidos. Não é necessário a carteira vacinal. Menores de seis anos não precisam apresentar exames.  

Ainda dentro do protocolo, 30% dos passageiros de cada voo ou embarcação serão sorteados para realizar um novo exame na saída da ilha, custeado pelo governo do estado. A medida ajuda no acompanhamento das pessoas que tiveram contato com o paciente, em caso de testagem positiva. Além disso, o uso de máscara permanece obrigatório em Fernando de Noronha. 

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