São Paulo anuncia retorno obrigatório de aulas presenciais

O decreto começa a valer a partir da próxima segunda-feira, 18 de outubro

por Rachel Andrade qua, 13/10/2021 - 17:52
Valter Campanato/Agência Brasil Governador de São Paulo, João Doria Valter Campanato/Agência Brasil

O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Educação, anunciou, nesta quarta-feira (13), o retorno obrigatório às aulas presenciais de todas as escolas das redes pública e privada, vinculadas ao Conselho Estadual de Educação, a partir da próxima segunda-feira (18). As atividades ainda são realizadas em formato híbrido, a depender da escolha de cada família, como forma de proteger os filhos da Covid-19.

A medida foi divulgada pelo Governador João Doria, que informou sobre os cuidados que deverão ser tomados no restante do mês. “Tenho certeza que, como eu, pai de três adolescentes, todos aqueles que são mães e pais estão felizes com a possibilidade de seus filhos retomarem as aulas. Para garantir a segurança do retorno às aulas presenciais, todos os protocolos sanitários, como o distanciamento de um metro entre os alunos, uso obrigatório de máscara e álcool em gel, serão mantidos até o final de outubro”, afirmou.

De acordo com o plano de retomada, os protocolos de segurança, como uso obrigatório da máscara de proteção e de álcool em gel para higienização, assim como distanciamento de um metro e revezamento de alunos por dia da semana, serão seguidos. No entanto, a partir de novembro será liberada a não obrigatoriedade do distanciamento, permitindo o retorno de 100% dos alunos em todos os dias da semana.

O secretário de Saúde, Rossieli Soares, afirma que o plano foi estudado e acompanhado por outros órgãos competentes. “A educação precisa ser prioridade da sociedade. Fizemos todos os investimentos necessários para o cumprimento dos protocolos e essa volta tem total respaldo do Comitê Científico do Estado”, ele ressaltou.

O plano de imunização do Estado de São Paulo realizou a primeira dose da vacina contra Covid-19 em 90% dos adolescentes de 12 a 17 anos. Além disso, 97% dos profissionais da educação já preencheram o cronograma vacinal.

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