Museu do Videogame Itinerante volta ao Recife em março

Acervo com mais de 300 consoles ficará disponível para visitação no Shopping Recife gratuitamente

por Nathália Guimarães qui, 22/02/2018 - 10:32
Paulo Uchôa/LeiaJáImagens/Arquivo Sucesso de público, Museu do Videogame Itinerante volta ao Recife pela quarta vez Paulo Uchôa/LeiaJáImagens/Arquivo

Evento carimbado no calendário recifense, o Museu do Videogame Itinerante já tem data definida para voltar à capital pernambucana. O acervo com mais de 300 consoles, que resgatam quatro décadas de história, ficará disponível para visitação no Shopping Recife, no bairro de Boa Viagem, entre os dias 3 e 25 de março. A exposição é interativa e completamente gratuita.

Cada vez mais recheado, o acervo do Museu do Videogame Itinerante traz relíquias como o primeiro console fabricado no mundo, o Magnavox Odyssey, de 1972, o Atari 2600 Darth Vader, Phanton System, Sega CD, Dynavision, Master System, Nintendinho e muitos outros.

Além dos clássicos, é possível aproveitar a jogatina nos modelos mais moderninhos, como o Xbox One X, o Nintendo Switch e o PlayStation 4. Serão mais de 6 mil jogos disponíveis para o público. Outra área de destaque será a do PlayStation VR, na qual os visitantes poderão experimentar, gratuitamente, a nova tecnologia de realidade virtual.

De acordo com o curador do Museu do Videogame, Cleidson Lima, a exposição neste ano trará, além do palco de Just Dance, diversos torneios de games antigos, como "Street Fighter 2", "Mortal Kombat 3" e até de "International Superstar Soccer" - um clássico do SNES. "A gente quer resgatar esse futebol antigo, para que as pessoas se sintam nas locadoras de videogames da década de 90", afirmou, em entrevista ao LeiaJá.

Segundo ele, Recife é a menina dos olhos do Museu do Videogame Itinerante. A cada ano, cerca de 750 mil pernambucanos vão conferir de perto os clássicos. "Recife é uma coisa louca. O público gosta de todas as atrações. O palco sempre está cheio e sempre tem alguém jogando em um dos consoles. Como o videogame está no DNA do pernambucano, a gente quer voltar todos os anos", explica Cleidson Lima.

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