Boulos debate com militância dentro da Ocupação Marielle

O líder do MTST e pré-candidato a presidente do Brasil esteve, na noite desta quarta (16), no centro do Recife com a militância

por Taciana Carvalho qua, 16/05/2018 - 21:12
Chico Peixoto/LeiaJá Imagens Chico Peixoto/LeiaJá Imagens

O pré-candidato a presidente do Brasil, Guilherme Boulos (PSOL), debateu o tema “criminalização dos movimentos” e a importância da democratização das mídias dentro da Ocupação Marielle Franco. O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) fez uma homenagem à vereadora carioca assassinada do Rio de Janeiro. 

“Uma lutadora que foi barbaramente e covardemente assassinada em um crime político, que nós não podemos esquecer em momento algum. A luta da Marielle é a nossa luta, a Marilelle sempre teve lado como mulher negra, que veio da favela, que ocupou a política sem pedir licença, foi e entrou também como lutadora que denunciava a criminalização não só das lutas sociais mas da pobreza”. 

Boulos falou que a psolista morta também denunciava a militarização do Rio. “Com essa intervenção atroz que está acontecendo lá e, por isso, quero começar  com essa imagem a memória da Marielle e a essas guerreiras que mantem essa memória viva nessa ocupação”. 

Durante a discussão, o presidenciável polemizou ao chamar o presidente Michel Temer (MDB) de “bandido”. “Nós temos que fortalecer a comunicação comunitária. É uma vergonha que quem tem a rádio comunitária para falar em um bairro seja perseguido pela Polícia Federal enquanto Temer, que é um bandido, está sentado na cadeira principal do Palácio do Planalto”, disparou. 

 

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