Maristela Cunha | Campos dos Goytacazes - A qualidade da água de coco será alvo, a partir do dia 6 de outubro, em Campos, do Departamento de Vigilância e Fiscalização Sanitária da secretaria municipal de Saúde. O trabalho que, inicialmente, estava previsto para começar na manhã desta segunda-feira (dia 29), teve que ser adiado por uma semana, devido à enorme demanda de material que o Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels, do Rio, ainda dispõe para análises, ficando impossibilitado de receber um novo lote. A informação foi passada pelo diretor do setor, Maron El Kik.
Ele destacou que a medida é de controle, já que o departamento tem recebido constantantes reclamações de consumidores, que afirmam estarem, no ato do consumo, tendo problemas de saúde. As águas de coco estão sendo vendidas livremente dentro do município, junto aos cruzamentos de ruas centrais, por vendedores ambulantes e ainda em carrinhos fixados em áreas também da parte central da cidade.
Durante a fiscalização, serão feitas verificações quanto às condições de higiene e conservação, tanto dos carrinhos de água de coco, quanto nos isopores usados pelos ambulantes. O diretor do departamento, Maron El Kik, confirmou que intenção é de, por meio dos fiscais, percorrer os principais pontos de comercialização do produto em Campos, retirando de circulação os que comprovadamente não apresentem as especificações de manuseio e acondicionamento.
¯ Acatamos a recomendação do laboratório carioca, no sentido de adiarmos o início dessa fiscalização, já que, ao coletarmos amostras, não teríamos condições de encaminhar para análise, porque eles do Rio e estão com um estoque acentuado e que ainda precisa ser averiguado. Como recebem amostras de todos os pontos do país, resolvemos retardar essa investida junto ao comércio de água de coco ¯ finaliza Maron.