Cibelli Pinheiro

Cibelli Pinheiro

Trabalho sem Fronteiras

Perfil: Doutoranda em Comunicação Estratégica e Organizacional pela Universidade do Minho em Portugal com Mestrado em Gestão Empresarial pela UFPB. Professora do Centro Universitário Maurício de Nassau. Diretora da Sol Comunicação e Desenvolvimento de Pessoas e Presidente do Conselho Deliberativo da ABRH-PE – Associação Brasileira de Recursos Humanos.

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Como vai sua Gentileza?

Cibelli Pinheiroter, 25/02/2014 - 12:02

Ultimamente tenho refletindo sobre este tema “A Gentileza no Trabalho”. Mas, afinal o que é gentileza? Considero um conjunto de valores possivelmente praticáveis como solidariedade, respeito, confiança, amizade, tolerância… são atitudes do bem que expressam o nosso ser.

Segundo as várias definições existentes, esta é uma ação nobre, elegante, um comportamento distinto; é uma capacidade de perceber a necessidade de alguém e (ou) retribuir algo que lhe foi feito, sem ser pedido.

Entendemos que a gentileza não são apenas atitudes voltadas para as regras de etiqueta ou não significa simplesmente agir com educação em determinados momentos. Para a consultora em relacionamentos Rosana Braga, “a gentileza é um modo de agir, um jeito de ser, uma maneira de enxergar o mundo. Ser gentil, trata-se de uma característica diretamente relacionada ao caráter, valores e ética; e tem a ver com o desejo de contribuir com um mundo mais humano”.

Mas como praticar a gentileza no trabalho? Para o especialista Luiz Gabriel Tiago, também conhecido como Sr. Gentileza, “a única forma de associar a gentileza à nossa rotina profissional é unindo o trabalho aos nossos valores pessoais”. Isto siginifica dizer que devemos agir em conformidade com as nossas crenças e valores em todo e qualquer ambiente, inclusive e especialmente no trabalho – local que vivemos a maior parte do nosso tempo.

“A gentileza faz com que o homem pareça exteriormente, como deveria ser interiormente”
Jean de La Bruyère

 

Gentileza gera Gentileza

Quem já não ouviu falar na frase: Gentileza gera Gentileza? Foi escrita pelo conhecido “profeta gentileza”, uma personalidade urbana carioca de nome José Datrino, também chamado de José Agradecido, que se tornou conhecido a partir de 1980 por fazer inscrições sob um viaduto situado na Avenida Brasil, na zona portuária do Rio de Janeiro.

De fato, quando praticamos a gentileza, recebemos muito mais de volta, Gandhi dizia que “a gentileza não diminui com o uso. Ela retorna multiplicada.” Os pequenos grandes gestos como agradecer,  dar um bom dia, lembrar do aniversário do colega, agir com cortesia, oferecer um sorisso, pedir desculpas, dar atenção, ouvir com paciência… Esses e muitos outros gestos, podem fazer toda a diferença no relacionamento no trabalho.

A gentileza facilita todas as relações, quer seja no ambiente de trabalho, na relação familiar, de amizade, quer seja na relação com o cliente. Um bom exemplo dessa atitude encontramos no profissional de guarda de trânsito do Detran do Espírito Santo, ele enfatizou “você recebe de volta aquilo que planta!” Aproveite para assistir esta reportagem muito interessante sobre a atitude deste profissional: http://www.youtube.com/watch?v=mvrrzWe4rUw

Gentileza e Comunicação

Como já disse a gentileza tem a ver com os nossos valores e a forma como os exteriorizamos. Sendo assim, é preciso aprender como se expressar de maneira gentil, praticar uma comunicação mais afetuosa, mais aberta e acessível, que promova de fato um diálogo e não apenas discussões.  Sim, existe uma diferença entre dialogar e discutir. Enquanto o diálogotem como objetivo abrir questões e mostrar algo, a discussão deseja fechar questões e convencer de algo. O diálogo visa estabelecer relações e compartilhar ideias, já a discussão objetiva demarcar posições e defender ideias. No diálogo, o que se pretende équestionar, aprender e compreender, na discussão o que se quer é persuadir, ensinar e explicar. O diálogo vê a interação das partes com o todo, e a discussão percebe apenas as partes em separado. O diálogo faz emergir ideias e busca a pluralidade dessas ideias, enquanto a discussão, descarta as ideias “vencidas“ e busca simplesmente os acordos. Afinal, você tem dialogado ou discutido? Tem agido na sua comunicação com gentileza, utilizado o diálogo ao invés da discussão? Como vai sua gentileza?

A gentileza está diretamente relacionada ao processo comunicativo, ou seja, tudo que dizemos e como dizemos ao outro. Portanto, quando existe uma comunicação mais gentil e empática, os problemas de relacionamentos no ambiente de trabalho podem ser evitados . Como diz Albert SchweitzerAssim como o sol derrete o gelo, a gentileza evapora mal entendidos, desconfianças e hostilidade”. 

Nosso Convite

Um convite simples: Ofereça uma palavra gentil a alguém de sua convivência no trabalho, em casa ou em qualquer outro ambiente. Palavras “mágicas” como: obrigada, por favor, desculpe, com licença… podem ser usadas frequentemente.

Aproveito também para lhe dizer: MUITO OBRIGADA! Agradeço pela leitura da nossa coluna.


Como vai sua Comunicação?

Cibelli Pinheiroter, 11/02/2014 - 14:14

Cada vez mais percebemos um crescente interesse e investimento das pessoas (e das empresas) nos diversos instrumentos de comunicação, principalmente nos meios digitais/virtuais. Quando nos referimos ao termo “Comunicação”, muitas vezes a ênfase tem sido dada às ferramentas e técnicas utilizadas (fluxos informacionais), e esquecida à dimensão humana, as oportunidades de interação e relacionamentos (fluxos relacionais). Portanto, é importante ressaltar que a comunicação instrumental serve apenas de apoio à comunicação humana, mas não a substitui, “antes de ser instrumental, a comunicação é essencialmente humana e extremamente humanizadora” (Matos, 2006).

O que ocorre neste mundo corporativo e comunicativo são empresas e pessoas que possuem alta tecnologia e inúmeras ferramentas, mas não têm sido capazes de promover uma comunicação mais adequada e efetiva com as pessoas. A tecnologia pode satisfazer as necessidades de informações, de objetividade e agilidade, mas não promove o contato humano, as oportunidades de aprofundar, confrontar, esclarecer e contextualizar estas informações recebidas (Oliveira & Paula, 2008).

Humana ou Instrumental?

Será, então, que em meio as novas ferramentas tecnológicas, as novas formas de relacionamentos virtuais, como as mídias e redes sociais, a comunicação tem-se tornado mais humana, mais interativa e mais pessoal?

Será que há uma melhoria na comunicação com e entre as pessoas? Estes meios avançados tecnologicamente tem servido para melhorar a comunicação ou para criar a incomunicação? Tem aproximado ou distanciado cada vez mais as pessoas?

Existem duas correntes opostas que promovem este debate relativo ao impacto das novas tecnologias sobre a interação humana. Uma corrente afirma que a comunicação através de meios eletrônicos é superficial, fria, sem profundidade, impessoal e talvez hostil. Por outro lado, a outra corrente enfatiza que a comunicação por meio eletrônico quebra barreiras físicas tradicionalmente impostas pela administração (Curvello, 2002).

Alguns acreditam e temem que o desenvolvimento destas novas tecnologias levem ao isolamento do individuo, promovendo um diálogo unilateral com as máquinas, sem a interação com os outros, que por muitas vezes estão ao nosso lado, ou seja, “o homem passa a comunicar cada vez mais com outros que estão distantes e cada vez menos com os que lhe estão próximos” (Rieffel, 2003).

Interação Real

E quanto a sua Comunicação, como vai? Tem sido mais humana ou instrumental? Você tem comunicado pessoalmente com os que estão perto? Tem havido uma interação presencial com seus amigos e familiares? Tem tempo para isso?

Lembro que no passado tínhamos alguns momentos que propiciavam esta comunicação, como por exemplo, os almoços ou jantares em família, momento de conversa, troca e relacionamento mais próximo entre pais, filhos, irmãos etc. E quem não se lembra da “sala da televisão”, local em que todos se reuniam para assistir alguns programas televisivos em família. Hoje, cada quarto possui sua televisão, e às vezes até na cozinha e no banheiro!

Cada vez mais as pessoas estão se “apartando” uma das outras, não é esta a origem da palavra “apartamento” – afastar, separar, colocar de lado? Ou seja, cada um no seu quadrado, cada um na sua televisão, no seu computador, no seu tablet, no seu celular, no seu espaço físico e virtual, mas sem haver uma interação real, uma comunicação no sentido da palavra – comunhão.

Nosso Convite

Para refletir mais sobre este assunto, convidamos você a assistir este comercial: “Beautiful Commercial From Thailand Disconnect  to Connect”.

Como vai sua comunicação? O que tem enfatizado na sua vida pessoal e profissional, a comunicação pessoal ou tecnológica? Pense nisso!

Segue link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=7ae0tzVo8Fw


Como vai sua Iniciativa?

Cibelli Pinheiroseg, 03/02/2014 - 15:44

A palavra INICIATIVA vem do latim – initiātus – que significa dar início a algo. De maneira bem simples, nada mais é do que dar o primeiro passo, antecipar-se aos outros ou as situações, ou seja, ser o primeiro a tomar a decisão de fazer alguma coisa. Uma pessoa que possui esta competência, tão valorizada pelas empresas, geralmente tem características como criatividade, empreendedorismo, dinamismo, ousadia, coragem, determinação, dentre outras.

Por outro lado, a falta de iniciativa de um profissional pode conduzi-lo a caminhos mais difíceis, como por exemplo, perder as oportunidades em promoções ou projetos na empresa, não se destacar em processos de seleção de candidatos, e muitos outros “barcos” podem passar e o profissional ficar!

Lembra da história do abacaxi? Dois funcionários, um com bastante tempo de empresa e outro recém-contratado, recebem uma missão do gestor para comprar abacaxi, e o resultado foi que o primeiro limitou-se a solicitação recebida e o segundo tomou a iniciativa e fez mais do que lhe havia sido solicitado. Portanto, ter iniciativa é não esperar que alguém lhe mande fazer algo (quando se sabe que deveria fazer), e sim, tomar a decisão de fazer e fazê-lo imediatamente. Mas muito cuidado para não se precipitar! Iniciativa demais sem o bom senso e sem a capacidade de dar continuidade ao que se iniciou será um perigo.

Existem pessoas que são “cheias de iniciativas”, que é algo bem positivo, pois certamente, sua criatividade, ideias, paixão, ousadia, contaminam todos que estão a sua volta e possibilita novos projetos. Mas há também uma questão que devemos considerar, estas pessoas que possuem muita iniciativa, muitas vezes não têm nada de “acabativa”.

Iniciativa sem Acabativa, vale?

Entendo que não vale. Do que adianta ter iniciativa sem acabativa? Se tomamos a frente para realizar algo, devemos ser também capazes de concluir o que iniciamos

Acabativa é uma recente expressão utilizada para falar sobre pessoas que conseguem terminar o que iniciou ou o que os outros iniciaram, isto quer dizer, ser capaz não somente de colocar as ideias em prática, mas levá-las até o final – tendo início, meio e fim!

Dessa forma, reforço a orientação dada pelo Stephen Kanitz, consultor e administrador por Harvard, que utilizou este conceito pela primeira vez: se você tem iniciativa, mas não tem acabativa, junte-se a alguém acabativo, assim sua criatividade e ideias serão bem empregadas.  Mas se você tem acabativa e não tem iniciativa, fique bem perto de um iniciativo, vocês poderão juntos implantar belíssimos projetos.

Então, como vai sua iniciativa? Aos que possuem iniciativa reflita no que disse Molière: “é longa a estrada que vai da intenção à execução”.

Nosso Convite

O convite de hoje é para assistir novamente o comercial da Índia, mas desta vez, poderá trabalhar com suas equipes o conteúdo abordado no artigo de hoje. Com este vídeo conseguirá compreender melhor como funciona na prática estas duas competências – Iniciativa e Acabativa. Assista no link: http://www.youtube.com/watch?v=LQaav-5700s

 


Como vai sua Atitude?

Cibelli Pinheiroseg, 27/01/2014 - 19:15

O tão conhecido CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude), pelo qual muitos profissionais são avaliados e selecionados para as empresas, e que define o conceito de Competência, deve ser alvo de reflexão e desenvolvimento pessoal.

Na trajetória profissional, geralmente os esforços são concentrados em ampliar o conhecimento (saber), melhorar as habilidades (saber fazer), quer seja através de cursos, palestras, estágios viagens ou outros, mas muitas vezes não se avalia como vai a Atitude (querer fazer).

Você é um Profissional de Atitude?

Antes, é importante entender o que significa “Atitude”. Atitude é um impulso, uma predisposição que leva alguém a agir ou reagir de maneira positiva ou negativa, uma forma de proceder concretizada no comportamento. Resumindo: atitude é a intenção ou propósito e o comportamento é a ação.

No dicionário de Aurélio diz ser o “jeito, posição do corpo”; e ainda, “a exteriorização de um intento ou propósito”; “uma norma de proceder, comportamento”. A primeira definição tem a ver com a maneira como posicionamos o nosso corpo – pose, postura. Em seguida, relaciona-se a demonstração de uma intenção , e por fim, o modo como agir, proceder.

Entende-se assim, a partir da primeira definição, que até a forma da pessoa se posicionar corporalmente revela sua atitude, se é passiva, ativa ou agressiva. Isto me faz lembrar um personagem chamado "o impostor”, quem lembra? O ator Daniel Zukerman entra em grandes eventos sem convite, na “maior cara de pau” como costumamos dizer. E com isso, ele consegue entrar nesses lugares considerados bem improváveis. E isto ocorre por uma única razão: sua ATITUDE. Uma atitude de auto-confiança torna-se um livre convite para qualquer local ou situação que enfrentamos no dia-a-dia.

Você é um Profissional de Atitude?

Para compreender melhor se somos profissionais ou não de atitude, vamos buscar alguns exemplos de Max Gehringer, que ressalta posturas sinônimas de ATITUDE:

Comportamento: “Não foi boa sua atitude com o chefe”.

Ação: “Este tipo de atitude revela um bom profissional”.

Decisão: “Você precisa tomar uma atitude”.

Posição: “Você tem assumido uma atitude passiva”.

Determinação: ”A equipe reiniciou o trabalho com mais atitude”.

Sendo assim, como tem sido o seu comportamento, ação, decisão, posição e determinação nas diversas situações que a vida profissional lhe proporciona? Tem tomado uma “atitude ativa”? Ou tem esperado que outros tomem a atitude por você? Tem refletido uma “atitude positiva”? Ou sua atitude é mais “contemplativa” e até mesmo “reclamativa”?

Atitude Positiva 

Sabemos que o mercado tem buscado profissionais considerados positivos, ou seja, aqueles que possuem uma atitude positiva, que têm brilho nos olhos, paixão e entusiasmo pelo que fazem. Mas, infelizmente, percebemos que existem nas empresas pessoas muito negativas e pessimistas, que antes mesmo de começar a agir, lamentam, reclamam, acham que nada vai dar certo, que tudo é ruim e não presta, e ainda por cima, influenciam os que estão a sua volta com pensamentos negativos: “não vê que isto não vai dar!”. E por que não? Por que não olhar e enfrentar tudo com uma atitude mais otimista, mais positiva?

Então, adote uma Atitude Positiva no seu dia-a-dia de trabalho, e verá como o seu dia será melhor! Reflita diariamente, como orienta o escritor e orador americano Zig Ziglar: “Pergunte a si mesmo: A minha atitude vale a pena ser imitada? 

Nosso Convite

Um comercial realizado na Índia destaca vários comportamentos que devemos ter no ambiente de trabalho, como por exemplo, aborda sobre como devemos nos comportar diante das dificuldades, a importância da equipe, da solidariedade, entre diversos outros temas que podem ser trabalhados com suas equipes de trabalho. Porém, quero ressaltar neste filme o conteúdo do artigo de hoje: ATITUDE! Convido você a assistir, refletir e debater sobre o assunto: http://www.youtube.com/watch?v=LQaav-5700s

E para os que procuram trabalho, aproveito para indicar nosso e-book sobre o tema da empregabilidade. Quem sabe não seria esta a primeira atitude que deveria tomar, antes mesmo de buscar um trabalho: prepare-se!

http://us3.campaign-archive2.com/?u=3a74cd51ae98d4da749a77f18&id=ebd50f57cd

http://www.amazon.com.br/gp/product/B00HMDDR8A/ref=cm_cr_pr_pb_opt


Como vai seu Planejamento?

Cibelli Pinheiroseg, 20/01/2014 - 10:03

Iniciamos este ano com uma série de artigos que nos leva a uma reflexão sobre nossas competências, habilidades, comportamentos e atitudes… Como vai você? Como vai sua iniciativa, atitude, comunicação, atendimento, gentileza, motivação, comprometimento, imagem, apresentação, credibilidade…? É sobre isso que conversaremos nestes próximos artigos.

Para começo de conversa, como estão os seus planos para o futuro? E seu planejamento para 2014, já preparou e começou a colocá-lo em prática? Lembre-se: ao planejar, devemos pensar como um homem de ação e agir como um homem de reflexão!

Se não preparou ainda seu plano para 2014, inicie fazendo uma auto-avaliação sobre como estão algumas áreas da sua vida. Proponho o exercício da “Roda da Vida”, uma ferramenta geralmente utilizada para mudança de carreira no processo de coaching, e que apresenta diversas áreas (profissional, emocional, relacional, econômica, espiritual, lazer, intelectual), consideradas fundamentais para a conquista do equilíbrio pessoal.

Existe um modelo de “Roda da Vida” disponível, com explicação sobre como aplicar, neste link: http://www.esoterikha.com/coaching-pnl/como-utilizar-a-roda-da-vida-numa-sessao-de-life-coaching.php

Pratique esse exercício e faça reflexões periódicas sobre a atenção dispensada a cada uma destas áreas, verifique a que precisa de maior atenção e depois desenvolva um plano de ação para melhoria das áreas necessitadas. Este será um bom começo para iniciar seu planejamento.

Primeiro Passo: Decidir!

Planejar significa decidir o que faremos no futuro e buscar as condições necessárias para alcançar os objetivos e ações previstas. É um verdadeiro exercício entre o que pensamos (reflexão) e o que fazemos (ação), entre o saber e o poder, entre o querer e fazer.

O importante nisto tudo é DECIDIR sobre o que faremos, uma decisão primeiramente interna, para que possamos começar a agir em conformidade com o que decidimos. Não tenha receio de decidir, nem espere pela decisão dos outros, pois como diz Herbert Von Karajan: "Quem decide pode errar. Quem não decide já errou."

Segundo Passo: Preparar e Agir!

Decidiu? Então, comece a se preparar… Verifique o que vai precisar para atingir suas metas: contatos pessoais, conhecimentos, recursos financeiros etc. Organize e escreva todos os recursos necessários e o que fará para consegui-los. Não deixe para pensar nisto depois, pois haverá muito desgaste pelo meio do caminho, além de energia e custos desnecessários, caso não se organize antecipadamente. Veja um exemplo disto neste vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=LOyX-vgdQGQ

Então, prepare-se e comece a agir! Muitas vezes temos excelentes ideias sobre o vamos realizar em nossa vida e carreira, e até planejamos, mas por vezes, ficamos também apenas no mundo das ideias, não agimos! Vejam um exemplo disto neste breve vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=9YLv5ml8XXo

Como já ouvimos muitos dizerem: é preciso sim INSPIRAÇÃO (ideias) mas também muita TRANSPIRAÇÃO (ação).

Resumidamente é simples a nossa recomendação: não agir por impulso, sem estar preparado, e nem ficar apenas com planos, sem começar a agir. Cabeça e mãos à obra!

Nosso Convite

Aproveite a ocasião para refletir sobre este assunto assistindo este vídeo de um comercial bem interessante. Nele poderá perceber claramente estes três básicos passos para seu planejamento pessoal: Decisão, Preparação e Ação!

http://www.youtube.com/watch?v=F4W6f_kZlTs


Valeu a pena?

Cibelli Pinheiroqui, 26/12/2013 - 10:32

O que fizemos e levamos de valor do ano que se passou?

Inicio nossa reflexão para o final de 2013 com esta pergunta: valeu a pena?

Mais um ano cheio de planos e atividades, quer na vida acadêmica, profissional, familiar... Alguns dos planos realizados, outros apenas planejados e ainda outros certamente adiados.

A questão é: investimos o nosso tempo em realizações de valor? Ou simplesmente abraçamos tudo que vinha ao nosso encontro sem analisarmos sua procedência, influência, resultado, impacto nos planos para o futuro.

Valer a pena, significa merecer o esforço, todo o trabalho, precisa haver esta compensação. Compensou o que você realizou? Ou o seu sentimento foi de que mais um ano se passou e não conseguiu realizar o que havia proposto no final do ano anterior?

Finda 2013 e recomeçamos mais um ano, com muitos sonhos, planos, projetos, metas… Nova agenda, novos compromissos. Geralmente aproveitamos este momento para pararmos e pensarmos sobre nossa trajetória profissional, traçarmos nossos objetivos. E como esta é uma coluna que trata sobre questões voltadas para o trabalho, eis uma boa ocasião para prepararmos a isca e o anzol.

Então, comece pelo simples. Organize primeiro as coisas externas que refletem sua organização interna, como por exemplo, faça uma boa arrumação em seu guarda-roupa, sua bolsa, sua gaveta, sua mesa, seu computador…

Depois comece a escrever. Nada melhor do que revisitar o que definimos no papel. Abaixo ofereço algumas sugestões por onde começar:

1)     Defina e escreva seus objetivos profissionais.

2)     Estabeleça uma estratégia clara para realizar os seus objetivos.

3)     Reflita se possui as competências necessárias para realizar os seus objetivos, caso não, busque alternativas para desenvolvê-las.

4)     Procure opções criativas ou pessoas que lhe ajude a realizar os seus objetivos.

5)     Escreva uma lista com os seus projetos a serem realizados anualmente, mensalmente e diariamente, assim poderá avaliar sua performance durante todo o ano. 

E quando chegar o final de 2014, reflita novamente: valeu a pena?

Aposto que sim. como diz o Rappa em sua música Pescador de Ilusões: “Se por alguns segundos eu observar, e só observar, a isca e o anzol, ainda assim estarei pronto pra comemorar… Valeu a pena! Se eu ousar catar, a superfície de qualquer manhã, as palavras de um livro sem final… Valeu a pena!”.

Sim, tudo que foi realizado nos conduziu, no mínimo, a um bom aprendizado.

Assim, termino este ano e essas breves palavras citando Fernando Pessoa: “Valeu a pena? Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”.

 

Desejo que este ano tenha sido de muitas realizações de valor e que possamos fazer valer a pena o ano de 2014!


Você Confia no seu Líder?

Cibelli Pinheiroseg, 09/12/2013 - 11:18

Liderança é um dos assuntos bem discutidos no campo científico e na vida organizacional, e que possui diferentes e divergentes entendimentos. Antes de tratarmos sobre este tema, é importante compreendermos a distinção entre Liderança e Gestão. Ser um gerente é ser líder? Será que o todo líder é gerente? Certamente que não. A pessoa pode ser um líder sem ser um gestor e ser um gestor sem ser um líder (Rego, 1998). O que precisamos entender definitivamente é que gerenciamos apenas coisas, processos e recursos, através da administração e do controle, mas as pessoas nos limitamos a liderar. É, portanto, um processo relacional, não imposto, que considera tanto as características do líder como do liderado, além de todo o contexto no exercício da liderança (Pinheiro & Tourinho, 2012). 

Como ser líder?

As lideranças, antes consideradas formais e rígidas, têm sido desenvolvidas para uma nova postura na sua forma de liderar, comunicar e relacionar-se com seus liderados. Os modelos estão avançando, mesmo que lentamente, de um sistema autoritativo e de controle para aqueles que consideram as relações humanas. Uma liderança mais democratizada e participativa tem sido a pauta nas organizações, uma exigência cada vez mais presente na relação entre gestores e “subordinados”. Novos comportamentos são exigidos dessas lideranças, competências muitas vezes relacionadas diretamente ao processo de comunicação, como por exemplo, o diálogo, a transparência, a coerência, o que possibilitam a construção de um ambiente confiável na empresa.

Cada vez mais, então, percebe-se a necessidade dos líderes adotarem comportamentos que possam gerar confiança nesta relação. Dentre tantos, destacamos dois comportamentos geradores de confiança: falar francamente e criar transparência, atitudes voltadas para estabelecer uma melhor comunicação entre as partes.

Se liderar é relacionar-se, o caminho, portanto, para construirmos este relacionamento é a Comunicação. O líder precisa aprender a saber o que dizer, a quem dizer, por que dizer e como dizer – de forma clara, transparente e verdadeira.

Como construir uma Comunicação de Confiança?

Antes, é preciso criar um ambiente favorável através de atitudes que expressem a integridade, coerência, honestidade na forma de comunicar da liderança. Pesquisas demonstram que a maioria dos empregados não acredita que a direção da empresa seja honesta, nem que se comunique honestamente. Há comportamentos como: dar voltas, reter informações, ser ambíguo, bajular, não se posicionar, simular, distorcer a comunicação para manipular pensamentos, sentimentos e ações.

O líder terá que abandonar práticas antigas de controle e comando e desenvolver novos padrões de comportamentos – desde uma comunicação clara, verdadeira e transparente, baseada no diálogo, até o exemplo e coerência entre seu discurso e prática.  “A confiança é consequência de todas as ações e comportamentos acumulados de um líder. Quando os líderes têm uma conduta franca, aberta, coerente e previsível em relação aos seguidores, o resultado quase sempre será uma situação de confiança” (Bennis, 2008).

Sendo assim, algumas práticas adotadas pelos gestores, independente de ser líder ou não, podem ajudar a construir uma relação de confiança, como por exemplo: ouvir e dar feedback, manter-se aberto, dizer a verdade, demonstrar consistência e cumprir suas promessas.

Quando foi perguntado a Jack Welch, Ex-CEO da General Electric sobre O que é confiar? Ele respondeu: “Eu poderia dar uma definição de dicionário, mas você sabe o que é quando você sente. Confiança acontece quando os líderes são transparentes, sinceros e mantém sua palavra. É simples assim.

Nosso Convite

Aproveitem literaturas sobre o assunto para discutir com sua equipe sobre este assunto. Será que os seus liderados confiam em você? E, consequentemente confiam na empresa? Você confia no seu líder?

Indico novamente a leitura do meu livro para provocar este debate: “Você Confia no Seu Líder? Liderança baseada na Confiança e Confiança baseada na Comunicação” – Editora Qualitymark .

 


VIPP – Valorização da Imagem Pessoal e Profissional

Cibelli Pinheiroqua, 27/11/2013 - 11:27

Em um dos últimos artigos publicados, tratamos sobre o tema “Imagem Organizacional”. E por entender que a imagem da organização também é formada pela imagem das pessoas, convidamos para falar sobre o assunto a especialista em Comunicação e Imagem, Ana Santiago. Numa breve entrevista tivemos a oportunidade de ouvir sua opinião sobre o assunto. Consultora e palestrante Internacional, autora do blogue VIPP, no jornal Expresso em Portugal, a autora portuguesa lançou recentemente pela Editora Nexo Literário o livro: Qual a sua melhor versão? Guia prático para a realização pessoal e profissional. Confira!

Cibelli Pinheiro – Qual a importância e papel da imagem pessoal e profissional?

Ana Santiago – Como vivemos numa sociedade onde “não basta ser, é preciso parecer”, a imagem pessoal e profissional ocupa (ou pelo menos deve ocupar) um lugar de destaque na vida e na carreira de qualquer pessoa. Se entendermos a imagem como o conjunto de percepções que temos acerca de nós próprios (autoimagem) e que as outras pessoas têm a nosso respeito (imagens) percebemos o quanto ela influencia e determina a nossa credibilidade, o nosso bom nome no mercado de trabalho, enfim, a nossa reputação pessoal e profissional. Por isso é que muitas pessoas se referem à nossa época como a “civilização da imagem”.

Cibelli Pinheiro – Existe diferença entre imagem pessoal e profissional?

Ana Santiago – Ambas as imagens são construídas a partir da nossa identidade (personalidade, características, modos, forma de comunicar e de fazer as coisas). A única diferença é que a imagem profissional resulta da nossa atuação no contexto de trabalho, isto é, do papel que desempenhamos profissionalmente. Agora, é muito importante que exista coerência entre aquilo que somos e projetamos na vida pessoal e profissional. Caso contrário seremos acusados de ter “duas caras”. A coerência entre imagem pessoal e profissional é essencial na construção de relações de confiança e no alcance de credibilidade.

Cibelli Pinheiro - Que cuidados devemos ter com a nossa imagem?

Ana Santiago – Há uma certa tendência para associarmos a imagem a questões estéticas, talvez porque esta ajuda a criar a primeira impressão, a verdade é que existem muitos outros fatores que concorrem para a construção de uma boa imagem pessoal e profissional. No meu livro, intitulado “Qual é a sua melhor versão?”, apresento sete fatores que, a meu ver, devemos cuidar ao longo de toda a vida para que possamos ter uma boa imagem e reputação, nomeadamente a aparência visual, os conhecimentos e habilidades, a atitude, a conduta ética, a cortesia, a comunicação e a marca pessoal.

Cibelli Pinheiro - Uma boa imagem contribui para a vida profissional e carreira?

Ana Santiago – Sim, sem dúvida. E é preciso tomar consciência que a nossa imagem se constrói a todo o momento, desde o banco da escola ou da universidade até ao cargo ou função mais elevados que possamos ocupar. O que somos, o que fazemos e a forma como nos promovemos pode ajudar e muito a conseguir aquele estágio ou emprego que ambicionamos ou um negócio ou parceria que desejamos. Talvez por isso, Chuck Lieppe tenha afirmado que “aparentar ter competência é tão importante quanto a própria competência”.

Cibelli Pinheiro - Como posso melhorar minha imagem?

Ana Santiago – Sugiro a elaboração de um Plano Individual VIPP (Valorização da Imagem Pessoal e Profissional) que passa, em primeiro lugar, pela tomada de consciência do estado atual da sua imagem, em seguida, pela definição de metas e estratégias específicas com vista ao alcance da imagem desejada e, por fim, pela confirmação do desejo e da disponibilidade de empreender o caminho em direção às metas, assumindo um verdadeiro compromisso. 

Nosso Convite 

A Ana Santiago, autora portuguesa vai conduzir uma palestra hoje sobre “Estratégias para vencer em 2014” em São Paulo na Casa de Portugal.

"Esta iniciativa surge num momento em que precisamos de definir metas para o novo ano e encontrar estratégias que nos permitam lidar melhor com um mundo em constante mudança e vencer com resiliência os desafios pessoais e profissionais que enfrentamos no dia-a-dia”, explica Ana Santiago.

No evento será apresentado o livro Qual é a sua melhor versão? Um guia prático e fácil de ler sobre como encontrar o caminho para uma vida plena de realizações pessoais e profissionais.

As empresas que desejarem abordar sobre esse tema no final deste ano, entre em contato conosco pelo e-mail: cibelli@soldesenvolvimento.com.br


Comunicação na Gestão

Cibelli Pinheiroter, 19/11/2013 - 08:17

Como se constituiu a Comunicação na Gestão das Pessoas da sua empresa? Que características possuem? A comunicação é fundamentada no detentor do poder e seus prepostos, ou seja, baseia-se no modelo: “eu mando, você obedece”? Ou considera as Relações Humanas, em que a comunicação é clara e compartilhada em todos os níveis, promove a participação e o comprometimento das pessoas?

Para o especialista Peter Roussel “atualmente cerca de 90% dos problemas das empresas giram em torno da comunicação ou da ausência dela.” Já o Peter Drucker afirma que “60 % de todos os problemas administrativos resultam de ineficiência na comunicação”, principalmente quando se trata da comunicação descendente, que tem como consequência questões de envolvimento e participação.

Pesquisas revelam que 90% dos funcionários indicam que os problemas de ruídos nascem na comunicação descendente e apenas 10% estaria na comunicação ascendente. As conhecidas caixas de sugestões ou a política de portas abertas, não são mais vistas como democráticas e confiáveis por parte dos “subordinados”. Apesar das empresas deixarem suas “portas abertas” para que o funcionário tenha acesso ao seu gestor, e de retirarem suas paredes para melhorar o fluxo das informações, na prática percebemos que tais “mudanças” não resultaram numa melhoria no processo comunicacional. Ainda existem muitos problemas de comunicação nas empresas, principalmente na relação líder – liderado, ou na comunicação interfuncional (entre setores).

O que fazer, então, para melhorar?

Primeiro é preciso RECONHECER que a comunicação no ambiente de trabalho não é um dado da natureza, ela precisa ser trabalhada. É preciso COMPREENDER que a comunicação grupal é complexa, precisa ser desenvolvida. É preciso COMUNICAR de forma clara, transparente e coerente.

Para melhorar o processo na gestão das pessoas através dos sistemas comunicacionais, a empresa precisa direcionar sua comunicação de forma consciente e acessível; ajustar seu discurso (tornando-o  único); estudar as habilidades e disposição das fontes e receptores; analisar a natureza técnica dos canais/meios, a complexidade e/ou simplicidade dos conteúdos, a oportunidade e regularidade dos fluxos, o tamanho dos grupos, ou seja, trabalhar efetivamente a comunicação interna.

Por que e para que trabalhar a Comunicação Interna?

Para envolver pessoas: fazer com que sejam parte do modelo de  gestão, compartilhando as estratégias, objetivos, projetos, ações e prioridades da empresa. Trabalhar a Comunicação Interna contribui para traduzir a estratégia da empresa em todos os níveis.

Para que a linguagem seja a mesma: do “presidente” ao “porteiro” (além de ter a unicidade no discurso, a linguagem deve alcançar as pessoas). As ações de Comunicação Interna podem apoiar o diálogo entre gestores e subordinados.

Para valorizar e comprometer as pessoas: Haverá a participação efetiva do funcionário e, consequentemente, o seu comprometimento, quando as informações circularem de modo correto, ou seja, a empresa comunica primeiro internamente e depois externamente (o funcionário não pode obter as informações da empresa através do jornal, TV, rádio, vizinho etc).

Para disseminar os valores e objetivos da empresa: o que poderá levar os funcionários a assumir um compromisso com estes valores. Amplia também as iniciativas de orgulho e pertencimento.

Por fim, a Comunicação Interna deve ser voltada (e pensada) para os funcionários, visando estimular a interação, o diálogo e a satisfação no ambiente de trabalho. Em uma organização que prima por uma autêntica cultura de comunicação todos os seus integrantes se sentem envolvidos por ela e almejam, apesar das diferenças ou mesmo das oposições, o desenvolvimento da organização.

Nosso Convite

Para esta semana a indicação de mais uma sessão de cinema.

Para quem ainda não assistiu, vale a pena ver este filme francês chamado “Bem me quer, Mal me quer”.  Angélique (Audrey Tautou) é uma artista plástica que desenvolve uma paixão desmedida pelo médico Loïc (Samuel Le Bihan). A despeito de tudo o que seus amigos lhe dizem e de diversos acontecimentos que provam o contrário, Angélique persiste na ideia de que Loïc também a ama, transformando o que de início parecia ser um desencontro amoroso em uma perigosa obsessão.

O que isto tem a ver com comunicação? O filme  mostra um acontecimento do ponto de vista de diversos personagens, ou seja, vemos basicamente as mesmas cenas de pontos de vistas diferentes. A interpretação, o pré-julgamento, traduções imperfeitas, as suposições mal esclarecidas, as diferenças de percepção, tudo isso e muito mais, são barreiras na comunicação que ocorrem nos vários contextos, inclusive no organizacional.

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Imagem Organizacional, Pessoal e Profissional

Cibelli Pinheiroter, 12/11/2013 - 15:04

Inicialmente é preciso compreender a diferença entre “Identidade” e “Imagem”.

A “Identidade” é aquilo que EU SOU, a minha personalidade, minha essência. No caso da organização, é o seu DNA, aquilo que a Empresa É, DIZ e FAZ, e como ela DIZ e FAZ.

A identidade de uma organização inclui sua história e trajetória, seu portfólio de produtos ou serviços, a forma como se relaciona com os públicos de interesse (social, cultural política, econômico-financeira), seu sistema de comunicação (canais de relacionamento) e toda a sua identidade visual (elementos gráficos, estéticos ou visuais). Para o especialista Van Riel (1995), uma forte identidade traz benefícios como por exemplo: Motiva os empregados: cria “sentimento coletivo de quem somos”; Inspira a confiança no público externo: a organização é percebida de forma mais clara, consistente e precisa; Reconhece o propósito vital dos clientes: o uso bem definido da identidade corporativa estabelece a base de um relacionamento contínuo; Reconhece o papel essencial dos investidores: a identidade forte gera uma relação de confiança para que se possa investir recursos.

Já a “Imagem” trata daquilo que PAREÇO SER. Ou seja, é como percebemos as coisas. A Imagem Organizacional é o resultado do balanço entre as percepções positivas e negativas que a organização passa para o público. Para o escritor Bueno (2009), “A Imagem é a representação mental de uma empresa construída por um individuo ou grupo por meio de percepções e experiências concretas (os chamados “momentos da verdade”), informações e influências recebidas de terceiros ou da mídia”.

 

Da Identidade emerge a Imagem

Podemos caracterizar a Imagem Organizacional a partir de três aspectos: a AutoImagem, que éconstruída pelos funcionários; a Imagem Pretendida, em que a organização geralmente se empenha para formar; e a Imagem Real como efetivamente é percebida pelos públicos. É importante ressaltar que a Imagem Real pode não traduzir a Identidade da organização. Isto ocorre pela falha nos processos de Comunicação e Marketing.

Outro ponto fundamental a ser ressaltado é que a empresa pode ter uma ou várias imagens em função das leituras que os públicos fazem dela. Portanto, a Comunicação tem papel prioritário na construção de uma imagem que reflita a identidade da organização e seja compreendida com unicidade pelos seus mais diversos públicos.  

 

Como Construir uma Boa Imagem?

 

Em princípio, a construção da Imagem se inicia ‘dentro’da organização. São os públicos internos que contribuem para a construção da imagem, legitimação e fortalecimento da identidade organizacional e consequentemente da sua imagem. Portanto, boas práticas de gestão das pessoas e dos negócios, produzem boas imagens.

Além da atenção que se deve ter ao público interno é preciso também conhecer, identificar cada contato e relação que a empresa faz com o público externo. Desta forma poderágerir de forma eficiente e sistemática os seus relacionamentos com os públicos de interesse (stakeholders), de forma que sejam capazes de gerar valor a longo prazo e confiança sustentada.

 

E a Imagem Pessoal e Profissional?

Sobre este assunto, deixo o convite a seguir.

Nosso Convite

Convido a todos a participarem do WorkshopVIPP — Valorização da Imagem Pessoal e Profissional com a consultora internacional e escritora portuguesa, Ana Santiago. Será realizado no próximo dia 03/12 na ABRH-PE (Associação Brasileira de Recursos Humanos).

Com o objetivo de aplicar princípios e desenvolver estratégias capazes de valorizar a imagem pessoal e profissional, este workshop abordará temas como o Autoconhecimento e a Imagem Pessoal; Os Sete Fatores-Chave da Imagem Pessoal; e Apresentação de um Plano Individual VIPP.

Se deseja saber mais sobre este workshop acessar o blog:

http://rprh.blogspot.com.br/p/workshop.html

 

Na ocasião os participantes receberão o livro da autora Ana Santiago: Qual a sua melhor versão? Guia prático para a realização pessoal e profissional – Nexo Editora.

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