Aldo Vilela

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Jornalista

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Qual o verdadeiro sentido de ser político ? melhorar a vida das pessoas? dedicar parte da vida ao público? ou navegar em mares apenas em benefício próprio pensando em si e nos próximos, dele?

Aldo Vilelaqua, 20/06/2018 - 11:52

Estamos assistindo uma verdadeira disputa pelo poder e uma corrida já deflagrada rumo aos mandatos políticos. Nesta terça a  vereadora e pré -candidata ao governo de Pernambuco Marília Arraes, fez duras críticas ao deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB), a quem acusou de fazer alianças por conveniência desde 1994. Jarbas apoiou a eleição de Gustavo Krause (então PFL) ao governo pernambucano em 1994 contra Miguel Arraes (PSB). Em 1998, Jarbas derrotou Arraes com o apoio do então PFL e virou adversário de Eduardo Campos. O que disse Marília: “Se você observar a trajetória de 20 anos para cá, ele tem se comportado de acordo com a conveniência. Uma pessoa que lutou contra a ditadura, se uniu com a direita simplesmente para ganhar a eleição para o governo do estado. Depois, quando estava em baixa, se aliou de volta ao PSB, o qual combatia arduamente. Agora, já está elogiando o PT”, atacou. Em meio a essa confusão e vejam que o que Marília diz deve ser levado em consideração , basta fazer uma linha do tempo eis que surge o Senador  Humberto Costa que rebateu Marília e  disse que a vereadora  anunciou o apoio de Silvio Costa numa “ação intempestiva”. “Compreendo que ela possa estar ansiosa, mas é a primeira vez que eu vi isso no PT. Nunca aconteceu uma coisa de alguém anunciar uma candidatura sem que isso seja discutido com o partido. Só posso creditar a apresentação de nomes à ansiedade ou desconhecimento de como o PT funciona. Como ela está há pouco tempo no partido, não sabe como as coisas se constroem”, afirmou o senador. Cada vez mais o eleitor fica enojado com a política ou com os políticos que usam a política em benefício próprio. Quem jogava pedra no PT e nos seus agora sacode flores mas  claro com algum objetivo e vice e versa.

Em ritmo de campanha e focando o governo de Pernambuco Armando e Mendonça ouvem demandas do segmento de fruticultura

Os pré-candidatos a governador Armando Monteiro (PTB) e a senador Mendonça Filho (DEM) ouviram demandas de produtores e exportadores para ampliar a produção da fruticultura do Vale do São Francisco. A reunião ocorreu na Valexport e reuniu cerca de 50 empresários. Armando relevou a intenção de abrir um canal permanente de diálogo com o setor, de forma institucionalizada, para discutir os pleitos e projetos. A visita foi acompanhada pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), o prefeito Miguel Coelho, o deputado federal Fernando Filho (DEM), entre outras lideranças da região.

A fala de Armando

“Me coloco à disposição do setor para o diálogo. Um verdadeiro governante tem que está conectado com todos os setores e com as demandas dos pernambucanos. Precisamos eleger as prioridades com clareza e trabalhar juntos. Pernambuco ficou andando de lado e só não parou por conta dos que continuaram produzindo. Mas está faltando governo. Está faltando governo na saúde, na infraestrutura, na segurança”, disse Armando Monteiro.

Pedidos

De acordo com o diretor da Valexport, Caio Coelho, os produtores reivindicam a manutenção de incentivos fiscais, entre eles o ICMS, como estratégia para preservar as exportações do setor. A entidade também pleiteia que o governo do Estado e a Prefeitura de Petrolina estabeleçam parceira para manutenção das estradas, como forma para melhorar o escoamento da produção. Os produtores também buscam redução das tarifas portuárias no Complexo de Suape, a aquisição de insumos para combater a mosca da fruta, entre outras ações.

Em busca pela vaga no Senado

Mendonça Filho afirmou que coloca sua disponibilidade como deputado federal e como pré-candidato a senador para continuar trabalhando pelo desenvolvimento do Vale do São Francisco. “Infelizmente, a gente não tem Estado para atender a saúde pública. A gente não tem a manutenção da nossa infraestrutura. Nossas estradas estão em calamidade e faltam recursos para manter nossas rodovias. E quanto a violência, um cidadão não pode ter tranquilidade dentro da sua própria casa por conta da insegurança”, colocou o democrata.

Desafios do Vale

Para Jailson Lira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, os produtores do Vale do São Francisco vivem desafios na atividade econômica sem apoio do governo do Estado. “Precisamos de apoio do Estado para chegar aos mercados internos e externos. Os incentivos que o governo dá está aquém das nossas necessidades. É preciso ter no Estado pessoas que se interessem e ajudem o setor.

Pernambuco sedia reunião do Colégio Nacional de Corregedores das PGEs

Pernambuco está sediou o encontro do Colégio Nacional de Corregedores das Procuradorias-Gerais dos Estados e do Distrito Federal (CCPGE). O evento, que aconteceu pela primeira vez no Estado, foi realizado no edifício-sede da Secretaria de Administração, no bairro do Pina, no Recife, e tem como objetivo proporcionar aos corregedores das Procuradorias-Gerais debates sobre os trabalhos desenvolvidos em cada unidade da federação.

Participação

O procurador-geral do Estado de Pernambuco, César Caúla, participou da abertura do evento, e falou da satisfação de receber os colegas, lembrando que também já fez parte do CCPGE, quando corregedor-geral da PGE-PE em dois períodos: fevereiro de 2011 a agosto de 2012 e abril de 2013 a dezembro de 2014.

Dificuldades apresentadas

Destacou a importância e a essencialidade do colegiado para discutir e superar dificuldades, encontrar alternativas e novos mecanismos para fazer valer cada vez mais o ordenamento jurídico. “As reuniões do colegiado em geral, pela troca de experiências, a participação e integração entre os membros, têm sido sempre muito proveitosas. Eu tenho sido um entusiasta dessas iniciativas e é com alegria que estamos recebendo esse evento em Pernambuco”, disse César Caúla.

Goiás marcou presença

Em seguida, o presidente do Colégio e corregedor-geral da PGE de Goiás, Ricardo Maciel, agradeceu o empenho da corregedora-geral da PGE-PE, Maria Cláudia Junqueira, para realização do evento, dando por iniciado os trabalhos. De Pernambuco, participa da reunião ainda a procuradora Larissa Medeiros Santos, ouvidora-geral da PGE-PE e corregedora auxiliar.

Reuniões

O Colégio Nacional dos Corregedores das PGEs reúne-se normalmente três vezes ao ano. “O primeiro encontro foi em março, em Belo Horizonte. Essa é a segunda reunião de 2018 e estou feliz por ser em Pernambuco porque nosso Estado sempre teve uma participação ativa no colegiado e ainda não tinha tido oportunidade de ser anfitrião”, disse a corregedora-geral Maria Cláudia Junqueira. O terceiro encontro, segundo ela, é realizado sempre no Congresso Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal, em setembro. Este ano, será em Salvador, na Bahia.

O Brasil esteve aqui

Além dos representantes de Pernambuco e Goiás, participam do evento os corregedores-gerais e procuradores Sárvia Lima (AC); Olivia Almeida (BA); Marcos Moog (MS); Fernando Ferreira (SC); Paulo Klatau (PA); Marialba Braga (AL); Heloisa Monzilo (DF); Luciana Martins (RS); Janaína Cruz (RJ); Jaime Nápoles Villela (MG) e Luiz Antonio Marinho (RN).

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